Radares voltam a multar e quase 700 infrações são registradas em apenas 24 horas em Vilhena

Após mês de tolerância e anulação de 15 mil autuações, fiscalização eletrônica retoma punições e flagra centenas de excessos de velocidade e avanço de sinal vermelho.

Mesmo após um período extra de orientação e tolerância, motoristas de Vilhena voltaram a ser autuados com a retomada da fiscalização eletrônica na cidade. Apenas no primeiro dia de aplicação efetiva das multas, 695 infrações foram registradas pelos radares instalados em diversas vias públicas.

No mês passado, a Secretaria Municipal de Trânsito havia concedido um prazo maior para adaptação dos condutores, anulando mais de 15 mil multas aplicadas pelo sistema recém-implantado. A medida teve caráter educativo, mas, com o fim do período de tolerância, as penalidades passaram a valer integralmente.

Números do primeiro dia

  • 464 multas por excesso de velocidade
  • 231 multas por avanço de sinal vermelho
  • 695 infrações no total

A maioria das autuações foi por excesso de velocidade, infração que, conforme o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), pode ser classificada como média, grave ou gravíssima, dependendo do percentual acima do limite permitido.

Já o avanço de sinal vermelho é considerado infração gravíssima, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), resultando em:

  • Multa de R$ 293,47
  • 7 pontos na CNH

Além da penalidade financeira, o acúmulo de pontos pode levar à suspensão do direito de dirigir, conforme as regras vigentes do CTB.

Como funciona a notificação

As infrações são registradas pela placa do veículo, e os valores serão enviados às residências dos proprietários nos próximos dias. Motoristas que utilizam a CNH Digital podem receber a notificação em até 24 horas pelo aplicativo oficial.

A fiscalização segue ativa e, segundo a Secretaria de Trânsito, não haverá mais período de “perdão”. A orientação das autoridades é para que os condutores respeitem os limites de velocidade e a sinalização, evitando multas e, principalmente, acidentes.

Fonte: Folha do Sul

Autor: Da redação

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